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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Matéria de BLUMENEWS sobre "1ª Mostra Circense de Blumenau"

Segunda, 25 Junho 2012 13:39

1ª Mostra Circense

Escrito por   
FONTE: http://www.blumenews.com.br/site/entretenimento/eventos/item/994-1%C2%AA-mostra-circense.html

Não é raro ouvirmos histórias de jovens que, ao presenciar uma apresentação de circo, se encantam com a magia e depois de adultos seguem a carreira artística.
No entanto, muito se enganam aqueles que pensam que os artistas desse mundo encantado – sejam malabaristas, palhaços, ilusionistas, acrobatas ou tantos outros – têm uma vida fácil. Na verdade a rotina circense envolve árduos treinamentos e intenso estudo para que aquelas habilidades (que em muitos já são naturais) se aperfeiçoem cada dia mais.
E foi nesse clima mágico que o respeitável público de Blumenau recebeu orgulhosamente a 1ª Mostra Circense neste domingo (24/06) às 19h na Fundação Cultural de Blumenau, produzido por Eliane dos Santos Silva.
Para abrir o espetáculo os adoráveis e talentosos malabaristas Caco e Crica tiraram risos e espanto do público com sua graciosa habilidade de intercalar malabarismo e brincadeiras.
Depois deles foi a vez do mágico Elimar Russi Filho – um dos pioneiros e mais respeitados ilusionistas de Santa Catarina – entreter adultos e crianças com números que iam da simplicidade das milenares argolas até a intrigante mesinha que flutua.
Da magia à graça, o impagável palhaço Pacacoenco de Itajaí trouxe para o espetáculo a inocência quase pueril há tanto esquecida pelo humor e que, ainda hoje, arranca gargalhadas da platéia, enquanto interagia continuamente com os músicos Matias Gatto e Carlos Schrubbe – que ora dormiam, ora comiam banana, bolachas, etc.
Fechando a apresentação, um ‘maestro internacional’ contou com a participação dos expectadores e, uma vez mais, a risada foi uníssona no auditório Carlos Jardim.
O espetáculo realizado por Mônica Costa em parceira com o grupo Ospália e apoio do Fundo Municipal de Cultura fechou com chave de ouro a edição que, esperamos, seja a primeira de muitas. E ao fim da noite o maracatu do Grupo Capivara fez ressoar os alicerces da fundação.
E, como diria Chico Buarque aos Trapalhões: “Bravo, bravo”.








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